BIA - IFPI Campus Teresina Central Tecnologia Tecnologia em Radiologia - Teresina Central
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMacedo, Sabrina Silva-
dc.date.accessioned2024-07-26T18:37:09Z-
dc.date.available2024-07-26T18:37:09Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.citationMACEDO, Sabrina Silva. Estudo da distribuição dos equipamentos de Raios X no Estado Piauí. Orientador: Wilson Seraine da Silva Filho. 2024. 10 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnologia em Radiologia) - Instituto Federal do Piauí, Campus Teresina Central, Teresina, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://bia.ifpi.edu.br/jspui/handle/123456789/3350-
dc.description.abstractIntroduction: Radiology began in 1895 with the discovery of X-rays by Roentgen, revolutionizing the visualization of the human body. Equipment has evolved into digital options, but the high cost limits dissemination, generating waiting lines. Public policies are essential to maintain and acquire new equipment. Objectives: They are to analyze the 180 distribution of X-ray equipment in cities in the interior of the State of Piauí, identifying those with conventional equipment and those without any equipment of this type. Methodology: Includes descriptive, exploratory and bibliographical approaches, using data from DATASUS to analyze the distribution of X-ray devices registered by the SUS and private clinics throughout Brazil. Results: They reveal that the central-north region leads in terms of quantity of equipment, with Teresina as the city with the most equipment, followed by Parnaíba, Picos and Floriano. However, many cities in the interior face a lack of this equipment. Devices from 100 to 500 mA are the most common. Of the 224 municipalities, only 51 have at least one piece of equipment, while 173 have none. Of the 296 existing devices, 13 are inactive, mainly those linked to the SUS. The average number of equipment in use fell in 2020 due to the Covid-19 pandemic, contrasting with the increase recorded in 2023. Conclusion: Inequality in the distribution of X-ray equipment in Piauí results in extra costs, shortage of jobs in radiology and demand for expanded access to services. This could optimize the use of existing equipment and reduce travel, creating employment opportunities in the healthcare sector.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauípt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectRaios Xpt_BR
dc.subjectEstado do Piauípt_BR
dc.subjectCidades interioranaspt_BR
dc.titleEstudo da distribuição dos equipamentos de Raios X no estado do Piauípt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.LattesNão informadopt_BR
dc.contributor.advisor1Silva Filho, Wilson Seraine da-
dc.contributor.advisor1LattesCV: http://lattes.cnpq.br/0839413498448485pt_BR
dc.contributor.referee1Silva Filho, Wilson Seraine da-
dc.contributor.referee1LattesCV: http://lattes.cnpq.br/0839413498448485pt_BR
dc.contributor.referee2Batista, Eutropio Vieira-
dc.contributor.referee2LattesCV: http://lattes.cnpq.br/3242119410599617pt_BR
dc.contributor.referee3Lima, Fabiana Neves-
dc.contributor.referee3LattesCV: http://lattes.cnpq.br/9241145530819574pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A Radiologia iniciou em 1895 com a descoberta dos Raios X por Roentgen, revolucionando a visualização do corpo humano. Equipamentos evoluíram para opções digitais, mas alto custo limita disseminação, gerando filas de espera. Políticas públicas são essenciais para manter e adquirir novos equipamentos. Objetivos: São analisar a distribuição dos equipamentos de Raios X nas cidades do interior do Estado do Piauí, identificando aquelas com equipamentos convencionais e aquelas sem nenhum equipamento desse tipo. Metodologia: Inclui abordagens descritivas, exploratórias e bibliográficas, utilizando dados do DATASUS para análise da distribuição de aparelhos de Raios X cadastrados pelo SUS e por clínicas privadas em todo o Brasil. Resultados: Revelam que a região centro-norte lidera em quantidade de equipamentos, com Teresina como a cidade com mais aparelhos, seguida por Parnaíba, Picos e Floriano. No entanto, muitas cidades do interior enfrentam carência desses equipamentos. Os aparelhos de 100 a 500 mA são os mais comuns. Dos 224 municípios, apenas 51 têm ao menos um equipamento, enquanto 173 não possuem nenhum. Dos 296 aparelhos existentes, 13 estão inativos, principalmente os ligados ao SUS. A média de equipamentos em uso teve uma queda em 2020 devido à pandemia de Covid-19, contrastando com o aumento registrado em 2023. Conclusão: A desigualdade na distribuição de equipamentos de Raios X no Piauí resulta em custos extras, escassez de empregos em radiologia e demanda por ampliação do acesso aos serviços. Isso poderia otimizar o uso dos equipamentos existentes e reduzir deslocamentos, criando oportunidades de emprego na área da saúde.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Teresina Centralpt_BR
dc.publisher.initialsIFPIpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEpt_BR
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