BIA - IFPI Campus Cocal Licenciatura Licenciatura em Química - Cocal
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dc.creatorSilva, Guilherme Anthony Rabelo Meneses e-
dc.date.accessioned2025-11-12T19:08:14Z-
dc.date.available2025-
dc.date.available2025-11-12T19:08:14Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttps://bia.ifpi.edu.br/jspui/handle/123456789/5019-
dc.description.abstractThis study investigates the teaching of Chemistry, emphasizing compliance with the Brazilian Environmental Education Law (Law 9.795/1999), highlighting the confrontation of Environmental Racism and the importance of addressing socio-environmental inequalities that mainly affect Black, Indigenous, and marginalized populations. The main objective was to analyze how Chemistry teaching can be used to promote a critical and contextualized education that values Environmental Justice and raises students’ awareness of real problems in the territories where they live. The methodology adopted was qualitative and theoretical-reflective in nature, based on a literature review and the development of a structured questionnaire in three dimensions: conceptual, curricular, and propositional. Although it was not applied due to the absence of ethical authorization, the questionnaire allowed for an anticipatory analysis of the challenges and potentialities of incorporating this theme in schools. The results indicate that there are gaps in teacher education and in the integration of Environmental Racism into the school curriculum, but also reveal opportunities for more interdisciplinary and socially engaged pedagogical practices. It is concluded that Chemistry, when addressing Environmental Education content and in accordance with Environmental Education legislation allied to critical Environmental Education, can significantly contribute to the formation of conscious and active students, thus becoming an instrument of social transformation and a means of combating structural inequalities present in the Brazilian educational and environmental contextpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauípt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectRacismo ambientalpt_BR
dc.subjectEnsino de químicapt_BR
dc.subjectEducação críticapt_BR
dc.subjectInterdisciplinaridadept_BR
dc.titleRacismo ambiental no ensino de química: Um caminho para a justiça ambientalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1538719388821903pt_BR
dc.contributor.advisor1Aguiar, Carlos Francisco Santos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9364800041082281pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Rocha, Alexandrina Paiva da-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5902561112741617pt_BR
dc.contributor.referee1Aguiar, Carlos Francisco Santos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9364800041082281pt_BR
dc.contributor.referee2Ferreira, Nátalia da Silva-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2581250706642989pt_BR
dc.contributor.referee3Alves, Michele Lopes da Silva-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6752989442921969pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho investiga o ensino de Química ressaltando o cumprimento da Legislação Brasileira de Educação Ambiental Lei 9.795/1999, destacando o enfrentamento do Racismo Ambiental e, a importância de abordar as desigualdades socioambientais que afetam, sobretudo, populações negras, indígenas e periféricas. O principal objetivo foi analisar como o ensino de Química pode ser utilizado para promover uma educação crítica e contextualizada, que valorize a Justiça Ambiental e desperte a consciência dos estudantes para problemas reais do território em que vivem. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa e teórico-reflexiva, com base em revisão bibliográfica e elaboração de um questionário estruturado em três dimensões: conceitual, curricular e propositiva. Embora não tenha sido aplicado devido à ausência de autorização ética, o questionário possibilitou uma análise antecipatória sobre os desafios e potencialidades da inserção da temática nas escolas. Os resultados indicam que há lacunas na formação docente e na integração do Racismo Ambiental ao currículo escolar, mas também revelam oportunidades para práticas pedagógicas mais interdisciplinares e socialmente engajadas. Conclui-se que a Química, quando trata os conteúdos de Educação Ambiental e seguindo a Legislação da Educação aliada à Educação Ambiental crítica, pode contribuir significativamente para a formação de estudantes conscientes e atuantes, tornando-se um instrumento de transformação social e combate às desigualdades estruturais presentes no contexto educacional e ambiental brasileiropt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Cocalpt_BR
dc.publisher.initialsIFPIpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRApt_BR
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