BIA - IFPI Campus Pedro II Licenciatura Licenciatura em Ciências Biológicas - Pedro II
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dc.creatorLopes, Vanessa de Castro-
dc.date.accessioned2025-12-16T14:47:53Z-
dc.date.available2025-12-16T14:47:53Z-
dc.date.issued2025-09-25-
dc.identifier.urihttps://bia.ifpi.edu.br/jspui/handle/123456789/5129-
dc.description.abstractAedes aegypti is one of the main vectors of arboviruses in Brazil, and its control faces challenges due to resistance to synthetic insecticides and the environmental impacts of these products. This study evaluated the larvicidal activity of hydroalcoholic extracts from fresh and dried roots of Tagetes patula against fourth-instar larvae of A. aegypti. The objective was to assess the larvicidal potential of root extracts on A. aegypti. The experiment was carried out through the cultivation, collection, and preparation of roots, followed by maceration in a hydroalcoholic solution. Three concentrations (10, 50, and 100 mg/mL) were tested in bioassays with larval groups, using positive (Bacillus thuringiensis israelensis) and negative (distilled water) controls. Larvae were exposed for 48 hours and evaluated at predefined intervals, considering as dead those that met the criteria established by the World Health Organization (WHO). Data were analyzed using a Generalized Linear Mixed Model (GLMM), with CL₅₀ and CL₉₀ estimates. The results showed that larval mortality depended on both time and extract concentration. At 100 mg/mL, the fresh root extract reached 100% mortality in less than 10 hours, while the dried root extract required up to 24 hours. At intermediate concentrations (50 mg/mL), the fresh root extract performed better (96,7%) compared to the dried root extract (80,5%). At lower concentrations (10 mg/mL), both extracts showed low effectiveness, with significant variation among replicates. CL₅₀ analysis indicated greater potency of the fresh root extract (≈ 9–10 mg/mL at 24–48h), in contrast to higher values for the dried roots (≈ 37–85 mg/mL).It is concluded that T. patula roots contain compounds with larvicidal activity, but further studies are needed to identify the compounds responsible for these effects, as well as to determine whether toxic effects are also observed in non-target organisms.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauípt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAedes aegyptipt_BR
dc.subjectTagetes patulapt_BR
dc.subjectLarvicidapt_BR
dc.subjectControle biológico.pt_BR
dc.titlePotencial larvicida do extrato hidroalcoólico das raízes de Tagetes patula sobre Aedes aegyptipt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0294252067533305pt_BR
dc.contributor.advisor1Farias, Esterfânia Araujo Barbosa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9540884615990781pt_BR
dc.description.resumoO Aedes aegypti é um dos principais vetores de arboviroses no Brasil e seu controle enfrenta dificuldades devido à resistência aos inseticidas sintéticos e aos impactos ambientais desses produtos. Este estudo avaliou a atividade larvicida de extratos hidroalcoólicos das raízes frescas e secas de Tagetes patula sobre larvas de quarto ínstar de A. aegypti. O objetivo foi verificar o potencial larvicida dos extratos radiculares em A. aegypti. O experimento foi conduzido a partir do cultivo de coleta e do preparo das raízes, seguidos da maceração em solução hidroalcoólica. Foram testadas três concentrações (10, 50 e 100 mg/mL) em bioensaios com grupos de larvas, utilizando controles positivo (Bacillus thuringiensis israelensis) e negativo (água destilada). As larvas foram expostas por 48 horas e avaliadas em intervalos pré-definidos, considerando-se mortas as que atenderam aos critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados foram analisados pelo Modelo Linear Generalizado Misto (GLMM), com estimativas de CL₅₀ e CL₉₀. Os resultados demonstraram que a mortalidade larval foi dependente do tempo e da concentração dos extratos. A concentração de 100 mg/mL atingiu 100% de mortalidade em menos de 10 horas para o extrato de raízes frescas e em até 24 horas para o de raízes secas. Em concentrações intermediárias (50 mg/mL), o extrato de raízes frescas apresentou melhor desempenho (96,7%) em comparação ao de raízes secas (80,5%). Já em baixas concentrações (10 mg/mL), ambos os extratos mostraram baixa eficácia, com variações significativas entre repetições. A análise das CL₅₀ evidenciou maior potência do extrato de raízes frescas (≈ 9–10 mg/mL em 24–48h), em contraste com valores mais elevados para as raízes secas (≈ 37–85 mg/mL). Conclui-se que as raízes de T. patula possuem compostos com atividade larvicida, mas estudos complementares são necessários para determinar quais são os compostos responsáveis por tais efeitos, além de estudos futuros para determinar se o efeito tóxico também é observado em organismos não-alvo.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Pedro IIpt_BR
dc.publisher.initialsIFPIpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
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