BIA - IFPI Campus São João do Piauí Licenciatura Licenciatura em Ciências Biológicas - São João do Piauí
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSousa, Luzimar de Sousa-
dc.date.accessioned2026-02-24T16:46:52Z-
dc.date.available2023-
dc.date.available2026-02-24T16:46:52Z-
dc.date.issued2023-
dc.identifier.urihttps://bia.ifpi.edu.br/jspui/handle/123456789/5328-
dc.description.abstractThe didactic sequence is composed of a set of well-designed and planned classes to be performed with the students in an interactive way, providing more knowledge and autonomy, leaving a little of the traditional and content classes. Therefore, there is no connectivity with other areas of knowledge, nor with concepts related to the biological system, allowing students to have a plastered knowledge in relation to the concepts worked. It is noticed that some contents addressed in biology are taught in an abstract way, for example, the inheritance of blood groups and the immune system. In view of this, the idea arose to merge the old content classes, those that leave students disinterested and discouraged, and with little income during them, and it was thought to work on activities in the form of Didactic Sequence (SD), in order to stimulate the interest and attention for biology classes, from didactic games, interactive activities, aiming, creating and motivating these students, to unveil the world of biology and its particularities. The didactic sequence is a study of great importance for the teaching-learning process. It makes it possible to take students away from those traditional classes, leading them to a more playful and interactive environment, and the activities developed in the DS, serve for students to strengthen the interactivity climate of what it is like to work in groups, as well as allowing the exchange of experiences and knowledge before the creation of didactic models.pt_BR
dc.description.sponsorshipAgência 1pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauípt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSistemas biológicospt_BR
dc.subjectAtividades lúdicaspt_BR
dc.subjectEnsino de Ciênciaspt_BR
dc.titleSequência didática para o ensino de biologia: a relação entre a herança dos grupos sanguíneos e o sistema imunept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6956288668316882pt_BR
dc.contributor.advisor1Lima, Geovana de Sousa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5438436357716419pt_BR
dc.contributor.referee1Lopes, Fabiana Soares Cariri-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6364684883212445pt_BR
dc.contributor.referee2Velozo, Claudeson de Oliveira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4339920465635722pt_BR
dc.description.resumoA sequência didática é composta por um conjunto de aulas bem elaboradas e planejadas para serem executadas com os alunos de forma interativa proporcionando mais conhecimentos e autonomia, saindo um pouco das aulas tradicionais e conteudistas. Em algumas aulas de biologia, o professor não consegue fazer conectividade com as outras áreas do conhecimento, e tampouco, aos conceitos relacionados ao sistema biológico, permitindo que os alunos tenham um conhecimento engessado em relação aos conceitos trabalhados. Percebe-se que alguns conteúdos abordados na biologia, são ministrados de forma abstrata, por exemplo, a herançadosgrupos sanguíneos e o sistema imune. Diante disso, surgiu a ideia de mesclar as velhas aulas conteudistas, aquelas que deixam os discentes desinteressados e desestimulados, e com pouco rendimento durantes elas, ao trabalhar, atividades em forma de Sequência Didáticas (SD), para assim, estimular o interesse e atenção pelas aulas de biologia a partir de jogos didáticas, atividades interativas, visando, criar e motivar esses alunos, a desvendar o mundo da biologia e suas particularidades. A sequência didática é um estudo de grande importância para o processo de ensino aprendizagem. Ela possibilita tirar os discentes daquelas aulas tradicionais levando para um ambientemais lúdico e interativo, e as atividades desenvolvidas na SD, servem para que os alunosfortaleçamo clima de interatividade de como é trabalhar em grupos, como também, permitir a troca de experiências e conhecimentos diante das confecções dos modelos didáticos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus São João do Piauípt_BR
dc.publisher.initialsIFPIpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.relation.referencesAusubel, D. P., Novak, J. D., & Hanesian, H. (2003). Psicologia Educacional. Trad. De Eva Nick e outros. Rio de Janeiro: Interamericana. Bastos, R. W., Martinelli, F. S., & Tavares, M. G. (2010). Brincando com o sistema sanguíneo: proposta alternativa para o ensino dos grupos sanguíneos ABO. Revista Genética na Escola – SBG, [s.l.], v 5, n. 2,p. 38-41. Brasil. (2002). PCN+ Ensino Médio: Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEC. Castoldi, R., & Polinarski, C. A. A. (2009). Utilização de recursos didático-pedagógicos na motivação da aprendizagem. In: Universidade Tecnológica Federal do Paraná (Ed.). I Simpósio Internacional de Ensino e Tecnologia - PR, Curitiba: 2009. Atas... Curitiba: UTFP, p. 1-9. Cruz, J. B. (2009). Laboratórios. Brasília: Universidade de Brasília Ferreira, J. L., Carpim, L.,& BEHRENS, M. A. (2010). Do paradigma tradicional ao paradigma da complexidade: um novo caminhar na educação profissional. B. Téc. Senac: a R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v. 36, n.1, p. 51-59. Fonseca, A. L. C., & Tartarotti, E. (2017). Análise Praxeológica de Atividades sobre Polialelia e Grupos Sanguíneos no Livro Didático de Biologia. In: ABRAPEC (Ed.). XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - SC, Florianópolis: 2017. Atas... Florianópolis: ABRAPEC, p. 1-10. Freitas, W. G. S. (2016). O olhar complexo do licenciando em ciências biológicas sobreo transplante cardíaco e a série médica House MD. como instrumento de potencialização do processo de ensino-aprendizagem. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. [s.l.] Éditeur: São Paulo: Atlas, 2019. http://basenacionalcomum.mec.gov.br/acesso disponível janeiro de 2023. Krasilchik, M. (2005). Prática de Ensino de Biologia. 4. ed. São Paulo: Edusp, 2005. Manolo, J., Jabis, I., Álvaro, C., Fraga, G., & Gonçalves, S. (2004). Doença hemolítica do recém nascido. In: António Marques Valido et al. (Ed.). Consensos Nacionais Neonatologia – Portugal, Coimbra: 2004. Compêndio… Coimbra: SPP, p. 139-142. Nascimento, J. D., Alencar, E. J., Cavalcante, F. A. L., & Soares, R. A. (2014). Atividade experimental como ferramenta na determinação do Sistema ABO e fator RH. In: Realize Eventos (Ed.). IV Encontro de Iniciação à Docência da UEPB - PB, Campina Grande: 2015. Atas... Campina Grande: ENID, p. 1-5. Neves, R. F. (2006). A interação do ciclo da experiência de Kelly com o círculo hermenêuticodialético para a construção de conceitos de biologia. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife. Pinheiro, S. A., Costa, I. A. S., Silva, M. F. (2013). Aplicação e teste de uma sequência didática sobre sistema sanguíneo ABO no ensino médio de biologia. In: ABRAPEC (Ed.). IX Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - SP, São Paulo: 2013. Atas... São Paulo: UFRJ, p. 1-8. Piva Júnior, D., & Freitas, R. L. (2010). Estratégias para melhorar os processos de abstração na disciplina de Algoritmos. In: Brazilian Computer Society (Ed.). Brazilian Symposium On Computers In Education - RS, Porto Alegre: 2010. Atas... Porto Alegre: BCS, p. 4-10. Pschisky, A. (2003). Grupos sangüíneos humanos nos livros didáticos de biologia: análise de conteúdo. Dissertação (Mestrado em Educação), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina. Sodré Neto, L., & Diniz, J. A. (2016). Pesquisa-Ação Sobre Aprendizagem de Microbiologia no Ensino Médio. Ensino, Saúde e Ambiente, Rio de Janeiro, v. 9, n. 2, p. 12-26. Souza, N. A., & Boruchovitch, E. (2010). Mapas conceituais: estratégia de ensino/aprendizagem e ferramenta avaliativa. Educação em revista, Belo Horizonte, v. 26, n. 3, p. 195-217. Vieira, M. S. (2013). Abordagem genética e imunofisiológica dos sistemas ABO e RH para melhor compreensão e ensino da eritroblastose fetal. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática), Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte. Vygotsky, L. S. (2007). A formação social da mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins. Zabala, A. (2011). A prática educativa: Como ensinar. Porto Alegre: Artmed. Zuanon, A. C. A., & Diniz, R. E. S. (2003). Aulas de biologia e a participação dos alunos: conhecendo como um grupo de estudantes do ensino médio avalia uma experiência. In: ABRAPEC (Ed.). IV Encontro Nacional de Pesquisa em Educação emCiências – SP, Bauru: 2003. Atas... Bauru, ENPEC: p. 1-12.pt_BR
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