BIA - IFPI Campus Paulistana Licenciatura Licenciatura em Química - Paulistana
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSoares, Andra Siva de Sousa-
dc.date.accessioned2026-05-15T21:19:21Z-
dc.date.available2026-05-15T21:19:21Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationSOARES, Andra Siva de Sousa. Ensino experimental de química e acessibilidade: percepções e estratégias inclusivas para estudantes com deficiência. Orientador: Francisco Fernando Silveira. 2026. 22 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Química) - Instituto Federal do Piauí, Campus Teresina Central, Teresina, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://bia.ifpi.edu.br/jspui/handle/123456789/5571-
dc.description.abstractThe inclusion of students with disabilities in experimental Chemistry education represents a challenge involving physical, pedagogical, methodological, and training-related dimensions. Although the Brazilian legal framework guarantees the right to inclusive education, barriers still limit the full participation of these students, especially in laboratory activities. In this context, this study aimed to analyze Chemistry teachers’ perceptions of accessibility in experimental spaces, identifying barriers and inclusive pedagogical strategies, with a view to developing an accessible educational booklet. The research adopted a mixed, exploratory, and descriptive approach and was conducted with seven teachers from two public schools in the municipality of Paulistana, Piauí, using a semi-structured questionnaire applied via Google Forms. The results revealed that, despite previous experiences with students with disabilities, laboratories present structural limitations, a lack of adapted materials, and gaps in teacher training for inclusive practices. Identified strategies included simplified experimental protocols, assistive technologies, individualized tutoring, and experiments using everyday materials. It is concluded that promoting inclusion in experimental Chemistry teaching requires the integration of structural adaptations, inclusive pedagogical planning, continuous teacher training, and institutional support. The developed booklet serves as a support tool for fostering more accessible and equitable practices.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauípt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectEnsino de Químicapt_BR
dc.subjectAcessibilidadept_BR
dc.subjectAulas experimentaispt_BR
dc.titleEnsino experimental de química e acessibilidade: percepções e estratégias inclusivas para estudantes com deficiênciapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5545121883026949pt_BR
dc.contributor.advisor1Silveira, Francisco Fernando-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5311302020974667pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Andrade, Kiscyla Oliveira de-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7212713168441333pt_BR
dc.contributor.referee1Mendonça, Glaydson Leandro Farias-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0717024157014355pt_BR
dc.contributor.referee2Macedo, Andreia Luciana-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4425930069006237pt_BR
dc.description.resumoA inclusão de estudantes com deficiência no ensino experimental de Química representa um desafio que envolve dimensões físicas, pedagógicas, metodológicas e formativas. Embora o arcabouço legal brasileiro assegure o direito à educação inclusiva, ainda persistem barreiras que limitam a participação plena desses estudantes, especialmente em atividades laboratoriais. Diante desse contexto, o presente trabalho teve como objetivo analisar a percepção de professores de Química sobre a acessibilidade nos espaços experimentais, identificando barreiras e estratégias pedagógicas inclusivas, com vistas à elaboração de uma cartilha educativa acessível. A pesquisa caracterizou-se como de abordagem mista, exploratória e descritiva, sendo realizada com sete docentes de duas escolas públicas do município de Paulistana–PI, por meio de questionário semiestruturado aplicado via Google Forms. Os resultados evidenciaram que, embora haja experiências prévias com alunos com deficiência, os laboratórios apresentam limitações estruturais, ausência de materiais adaptados e lacunas na formação docente para práticas inclusivas. Destacaram-se como estratégias pedagógicas o uso de roteiros experimentais simplificados, tecnologias assistivas, tutoria individualizada e experimentos com materiais do cotidiano. Conclui-se que a promoção da inclusão no ensino experimental de Química requer a integração entre adaptações estruturais, planejamento pedagógico inclusivo, formação continuada e apoio institucional, sendo a cartilha elaborada um instrumento de apoio para a construção de práticas mais acessíveis e equitativas.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Paulistanapt_BR
dc.publisher.initialsIFPIpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::QUIMICApt_BR
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