Racismo ambiental no ensino de química: Um caminho para a justiça ambiental

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí

Resumo

Este trabalho investiga o ensino de Química ressaltando o cumprimento da Legislação Brasileira de Educação Ambiental Lei 9.795/1999, destacando o enfrentamento do Racismo Ambiental e, a importância de abordar as desigualdades socioambientais que afetam, sobretudo, populações negras, indígenas e periféricas. O principal objetivo foi analisar como o ensino de Química pode ser utilizado para promover uma educação crítica e contextualizada, que valorize a Justiça Ambiental e desperte a consciência dos estudantes para problemas reais do território em que vivem. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa e teórico-reflexiva, com base em revisão bibliográfica e elaboração de um questionário estruturado em três dimensões: conceitual, curricular e propositiva. Embora não tenha sido aplicado devido à ausência de autorização ética, o questionário possibilitou uma análise antecipatória sobre os desafios e potencialidades da inserção da temática nas escolas. Os resultados indicam que há lacunas na formação docente e na integração do Racismo Ambiental ao currículo escolar, mas também revelam oportunidades para práticas pedagógicas mais interdisciplinares e socialmente engajadas. Conclui-se que a Química, quando trata os conteúdos de Educação Ambiental e seguindo a Legislação da Educação aliada à Educação Ambiental crítica, pode contribuir significativamente para a formação de estudantes conscientes e atuantes, tornando-se um instrumento de transformação social e combate às desigualdades estruturais presentes no contexto educacional e ambiental brasileiro

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Racismo ambiental, Ensino de química, Educação crítica, Interdisciplinaridade

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