Efeito das condições climática do semiárido sob o estresse térmico de caprinos sprd e boer

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí

Resumo

A caprinocultura no Brasil é predominante no nordeste, onde desafios climáticos, como chuvas irregulares e altas temperaturas, afetam a produtividade dos caprinos. Este estudo avaliou as condições ambientais e as respostas fisiológicas de fêmeas da raça Boer e de caprinos sem padrão racial definido (SPRD) na região de Paulistana-Pi, durante o período de transição de chuvas para seca. Foram feitas duas coletas diárias para medir a frequência respiratória (FR), a temperatura retal (TR) e a temperatura da superfície corporal (TSC). A umidade relativa foi muito baixa à tarde, alcançando 16,20%, o que foi desconfortável para os animais. A temperatura retal média pela manhã foi de 38,98°C para a raça Boer e 39,29°C para os SPRD, aumentando à tarde para 39,49°C e 39,63°C, respectivamente, com picos de 41,16°C para Boer. SPRD tiveram a maior média de FR pela manhã, enquanto Boer apresentaram as maiores médias e frequências respiratórias máximas à tarde. As fêmeas SPRD apresentaram temperaturas corporais médias mais baixas. Conclui-se que a raça Boer sofre mais com o estresse térmico, indicando a necessidade de estratégias de manejo para melhorar o conforto térmico e a produtividade, ajustando-se às variações climáticas

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Caprinocultura, Homeotermia, Índices de temperatura e umidade, Termorregulação

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