Consórcio de palma forrageira cv. orelha de elefante mexicana com Leucena no semiárido piauiense
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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí
Resumo
Nas regiões semiáridas, a baixa precipitação e altas temperaturas afetam a disponibilidade de alimentos para a produção animal. Nesse cenário a palma forrageira surge como estratégia de convivência da pecuária regional com a seca, sendo importante a sua avaliação em novas modalidades de produção, como em consórcios com leguminosas. Assim, avaliou-se a produtividade da palma forrageira cv. Orelha de Elefante Mexicana consorciada com leucena no semiárido piauiense. O estudo foi realizado na Unidade de Aulas Práticas e Pesquisa do Setor de Agropecuária do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí (IFPI), campus de Valença do Piauí. Os tratamentos consistiram de dois sistemas de produção (palma forrageira em monocultivo e palma forrageira consorciada com leucena). Foi adotado o delineamento inteiramente casualizado , com dez repetições. Foi observado que os principais aspectos morfológicos da palma forrageira cv. Orelha de Elefante Mexicana não divergiram (p>0,05) entre os sistemas de produção avaliados, com exceção do número de cladódios por planta e índice de área do cladódio, que foram superiores (p<0,05) no sistema em monocultivo. No entanto, ao se considerar a produção total dos componentes do sistema consorciado, a presença da espécie arbórea aumentou a eficiência de uso dos recursos para a produção de biomassa, refletindo em maior produção total por área.
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Keywords
Produção de forrageira, Cactáceas, Sombreamento