Composição centesimal e mineral da polpa e amêndoa da carnaúba
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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí
Resumo
O crescente interesse no consumo das frutas nativas do Brasil tem contribuído para o aumento do número de pesquisas das mesmas, principalmente, daquelas nativas do Cerrado e Caatinga, como a carnaúba. Nesse sentido, se objetivou a caracterização centesimal e mineral da polpa e da amêndoa da carnaúba, bem como, conhecer seu valor calórico. Para tanto, foram realizadas as operações de despolpa e de decorticação para a retirada da amêndoa, que em seguida foram embaladas e congeladas. A polpa e a amêndoa foram caracterizadas quanto a sua composição centesimal e mineral. Para a amêndoa obteve-se um bom valor proteico mesmo não atendendo as condições mínimas de nomenclatura de informação nutricional complementar e um elevado valor calórico, tanto para a amêndoa como para a polpa da carnaúba, com altas quantidades de carboidratos em sua composição. Quanto à composição mineral, detectou-se a presença de importantes minerais, tanto no grupo de macrominerais (P, Mg, Cl e K), quanto no grupo dos microminerais (Fe, Zn, Cu e Mn). A amêndoa mostrou ter alto conteúdo de cobre atendendo as necessidades diárias de consumo, e tanto a amêndoa quanto a polpa, foram consideradas fontes de manganês, pois atendem as necessidades diárias para a ingestão humana. O fósforo e o magnésio presentes na amêndoa e polpa, não chegam a suprir as necessidades de ingestão diárias para um adulto normal. A maior concentração mineral encontrada foi para o Bromo na amêndoa.
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Keywords
Copernicia prunifera, Valor calórico, Fluorescência de raios X (FRX), Minerais
Citation
FEITOSA, Ana Paula Fontineles. Composição centesimal e mineral da polpa e amêndoa da carnaúba. 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnólogo em Alimentos) - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí, Teresina, 2017.